A matéria de hoje não é totalmente voltada à Umbanda, não no sentido de citarmos Orixás e Entidades, mas tem muita relação com nossa religião pois vou falar de amor e respeito por nós mesmos.
Diariamente vemos pessoas deixando a vida passar por motivos não tão justos assim. São pessoas que não podem ver a apresentação do filho na escola pois têm uma reunião importantíssima de trabalho; ou que deixam de almoçar pois precisam terminar um relatório urgente. Tem ainda aquelas que não podem acompanhar a esposa ou o marido a uma consulta pois se faltarem no serviço tudo pára!
Ok, vamos devem estar pensando: mas temos que ser profissionais, temos que ser responsáveis, temos que dar nosso melhor para a empresa. Concordo, mas também acho que há limites e o mais importante é dar o melhor de si a você mesmo. A questão aqui é ponderar!
Quantas vezes deixamos de lado um sentimento, um momento com alguém importante em nossas vidas porque outras coisas no mundo nos chama? Quantas vezes deixamos de cuidar de nós mesmos, de respeitar os limites do nosso corpo porque senão "teremos desconto no pagamento" ou "não serei considerado um bom profissional"? E quando tudo isso passar? E quando você não for mais útil, acha mesmo que vão lembrar das vezes que você deixou seu filho chorando pois quem o buscou na escola foi a emprega, já que você não conseguiu "terminar a tempo aquela ata de reunião tão imprescindível"?
Dinheiro é bom? Sim, é ótimo! Mas não paga amor, não paga os sorrisos que você não deu ou os sorrisos que você não proporcionou. Não paga a gratidão da outra pessoa por você ter acompanhado ela durante um exame difícil. Não paga abraço, não paga afeto.
Dizer que depois recompensamos não é a mesma coisa. O tempo que passou não volta mais, é igual sono perdido, não tem como recuperar.
O mesmo princípio vale para o respeito ao seu corpo. Deixar de se alimentar, de dormir, de descansar por coisas que passarão rápido não justificam, pois as sequelas desses maltratos serão para sempre, tal como cicatrizes.
Se maltratar por estar vivendo uma vida que não quer, convivendo com pessoas que não te acrescentam nada, perder tempo tentando consertar o que não tem conserto, isso também é desgastante e não traz de volta o que se perdeu.
Sempre pensei assim? Não! A dor - física - me ajudou a entender.
Qual a relação disso tudo com a Umbanda? Explico com uma frase bem simples:
"A caridade começa em casa!"
Que Oxalá abençoe a todos.
PS.: A imagem dessa matéria foi escolhida para lembrar a todos que tem momentos que são impagáveis!
imagem: pesquisa livre na internet / fonte: google




















5 comentários:
Sabe querida as coisas aparentemente mais simples são as mais complexas.Escolher o amor ´não é fácil, porque ao escolhê-lo optamos também pela caridade. A caridade tem que ser exercida para conosco primeiro para depois exteriorizá-la, assim como o amor.Lembre-se: ama ao teu próximo como a ti mesmo, embora não pareça amar a si mesmo vem primeiro.Amada o amor divino transborda em você! Axé!
O comentário assinado como Lalala sou eu, pois esqueci de tirar da página do meu filho querida! Desculpe!
Realmente...é muito difícil dar amor.... Uma pena!!! Beijos amda, e obrigada pelo comentário!
kkkkkkkkk, sem problemas amada!!!! És sempre bem vinda, independente do nome.... rs,rs... Mil beijos!
Comentário recebido por e-mail:
É isso mesmo, a primeira caridade do dia é e sempre será um lindo sorriso para agradecer ao nosso Pai Olorum por mais um dia de caminho dele.
Luiz Carlos Flosi
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